Frases ganhadoras da Promoção
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589 votos Divina Heloisa Soares Campos
Que seja grande, pois sabe aproveitar a seu tempo, as oportunidades de mudanças, que é capaz de fazer, se espelhando nas cidades que brilham, para irradiar sua própria luz!
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582 votos Silvia Natali da Silva
Que as suas asas possam continuar protegendo e agasalhando os seus filhos com beleza, dignidade, respeito à cidadania, amor e sabedoria.
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576 votos Márcia Regina Lopes
“Ilusão, tudo ilusão” foi o que disse dona Maria referindo-se ao que motivou sua mudança para a capital da esperança, numa conversa que tivemos. Ela, assim como muito outros ,candangos “vindos do norte”, como a gente aqui costuma ouvir, chegou no canteiro de obras que se tornou a nova capital, trabalhou duro para tornarem concretas as formas arrojadas dessa cidade que é tão linda. Mas, foi morar longe dela, numa satélite, aqui em Planaltina. Mas, poderia ter sido em Ceilândia ou no Gama. Uma distância que é, além de geográfica, social e racial. Principalmente, social e racial. É o que vejo quando reparo na casa dela e na maioria das outras casas do assentamento onde moramos, quase todos nós somos pretos e pardos. Diferenças que causam estranhamento entre criadores e criaturas. Não que suas formas modernas não sejam dignas de admiração e celebração, mas que o humano não se perca no concreto e nos seus amplos espaços abertos e vazios. Espero do Distrito Federal daqui a 50 anos que o senso de comum pertencimento dos brasilienses não se dissolva nos trechos de cerrado que nos separam. O que deveria contar mais são as pessoas. Como brasiliense que vive numa satélite, todas às vezes que pego um ônibus lotado, velho e com horário irregular para “ir ao Plano” (que é como nos referimos à Brasília), lembro-me daquela música do Zé Ramalho: “tá vendo aquele edifício, moço, ajudei a levantar... mas, me vem um cidadão e me diz desconfiado, tu taí admirado ou tá querendo roubar?”. Brasília é minha também, mas, não me vêem como pertencente à cidade que meus avós e pais ajudaram a construir! Foram muitos pedreiros, serventes de obras, lavadeiras, mestres-de-obras que construíram a cidade que sonhou ser o berço de uma nova civilização, utópica e justa. Mas, com o tempo, viu amargamente que alguns de seus humanos são mais utópicos que outros. Eu espero do Distrito Federal daqui a 50 anos que a beleza e a riqueza de Brasília sejam compartilhadas por todos que ajudaram e continuarão ajudando a construir a cidade que é um sonho de inspiradora. Eu espero que os Índices de Qualidade de Vida (IDH) do Distrito Federal aproximem as diferentes regiões administrativas. Dados da Codeplan de 2003 indicavam que enquanto o IDH de Brasília era 0,936, mais alto que o da Holanda, o de Planaltina perdia para o da Venezuela (era 0,764) e o do Lago Sul (0,945) superava o da Noruega. Brasília, entendida aqui como as Asas Norte e Sul e Eixo Monumental, tem construído seu próprio destino e verdade, escapando das previsões feitas para ela, ousando por outros trilhos e enfrentando problemas típicos “das cidades grandes”, como a dona Maria fala. Mas, os hospitais, empregos, escolas, transportes, lazer das satélites precisam melhorar muito para que todas as múltiplas realidades que formam esse quadrilátero se aproximem social e racialmente, tendo sua diversidade respeitada. Nos próximos 50 anos, o que há de novo no que eu espero é a repetição do velho, do velho sonho utópico da cidade modernista. Eu espero uma Brasília utópica, justa e solidária para todos que aqui chegarem.
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553 votos Djanira da Silva
Que o voto para administradores seja feito por votação popular,chega de farra em indicações ,Administrador tem que ser morador da cidade satelite e não amigo, apadrinhado ou sei lá qual criterio usam.
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550 votos Alex William da Silva Ribeiro
O lugar que tenha um lindo canto onde possamos fazer dessa melodia um eterno encanto, regendo com maestria a composição dessa feliz cidade.